Com a proximidade do Carnaval, o aumento de interações em grandes aglomerações intensifica o alerta para a prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Especialistas apontam que a eficácia no controle dessas infecções depende hoje da "prevenção combinada", método que integra o uso de preservativos, profilaxias medicamentosas, vacinação e testagem periódica.
O infectologista Marcelo Cordeiro, consultor médico do Sabin Diagnóstico e Saúde, explica que a estratégia moderna se adapta à rotina de cada indivíduo. Entre as principais ferramentas estão a PrEP (profilaxia pré-exposição), indicada para quem tem exposição frequente ao HIV, e a PEP (profilaxia pós-exposição), medida de urgência que deve ser iniciada em até 72 horas após uma situação de risco.
De acordo com o Boletim Epidemiológico de HIV e Aids de 2025, os índices de detecção de HIV seguem estáveis no país. Já o Boletim de Sífilis do mesmo ano indica redução de casos, embora o cenário ainda exija atenção: em 2024, foram registrados mais de 256 mil casos de sífilis adquirida no Brasil. Em Cuiabá, onde as ações de saúde pública acompanham o calendário nacional, a recomendação é que o folião busque o diagnóstico precoce.
Muitas infecções, como clamídia e hepatites virais, podem ser assintomáticas. "Testar-se é uma atitude que protege não só quem faz o exame, mas também seus parceiros", pontua Cordeiro, destacando a importância da vacinação contra HPV e Hepatite B como pilares do cuidado coletivo.
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