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Brasil Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2026, 14:35 - A | A

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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2026, 14h:35 - A | A

ESCONDIDO EM BARBEARIA

Suspeito de matar mãe de bebê morre após reagir à prisão

Segundo a Polícia Civil, após trabalho de inteligência, os agentes identificaram que o homem estava escondido em uma barbearia

METRÓPOLES

Um homem apontado como autor do assassinato de Gizelle Lucena Tavares Machado (foto em destaque), morta durante um assalto em Bangu, na Zona Oeste do Rio, em julho de 2025, morreu nesta sexta-feira (30/1) após reagir a uma ação da Polícia Civil do Rio de Janeiro. A vítima deixou um filho de pouco mais de seis meses.

A operação foi realizada por policiais da 34ª DP (Bangu) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). O suspeito foi localizado no Morro do Salgueiro, na Tijuca, Zona Norte da capital.

Segundo a Polícia Civil, após trabalho de inteligência, os agentes identificaram que o homem estava escondido em uma barbearia da comunidade, sob proteção de integrantes da facção Comando Vermelho. A ação tinha como objetivo cumprir um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

Durante a aproximação das equipes, o suspeito teria atirado contra os policiais. Houve confronto armado, e o homem foi atingido. Ele chegou a ser socorrido e levado para uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos. A polícia informou que houve resistência armada no acesso à comunidade, situação que foi controlada sem novos registros de ocorrências.

Morte

Gizelle foi baleada em 22 de julho de 2025, durante uma tentativa de assalto no Bar do Búfalo, localizado na Rua Rio da Prata, em Bangu. Ela estava no local com o marido e o filho quando um homem entrou no estabelecimento e anunciou o roubo. O criminoso rendeu um cliente, tomou seus pertences e o agrediu com coronhadas, iniciando uma luta corporal.

Durante a ação, o suspeito efetuou disparos, e Gizelle acabou sendo atingida. Ela foi socorrida e levada inicialmente ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, e depois transferida para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier. Em agosto, a família promoveu campanhas de doação de sangue, e, no dia 20 daquele mês, ela foi transferida para uma unidade privada.

Gizelle morreu em 9 de dezembro de 2025. Amigos e familiares lamentaram a morte nas redes sociais, compartilhando mensagens e imagens da vítima. O sepultamento foi marcado para o dia 11 de dezembro, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap.

Na época do crime, o delegado Alexandre Netto Cardoso, titular da 34ª DP, informou que o autor dos disparos já havia sido identificado por meio de imagens de câmeras de segurança e do trajeto de fuga. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público em 6 de novembro, com representação pela prisão do suspeito.

Segundo a Polícia Civil, o homem havia sido indiciado pelos crimes de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, lesão corporal por projétil de arma de fogo, roubo seguido de tentativa de morte, roubo seguido de lesão corporal grave e associação criminosa.

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