Terça-feira, 03 de Novembro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Brasil Terça-feira, 03 de Novembro de 2026, 21:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 03 de Novembro de 2026, 21h:30 - A | A

Sóstenes Cavalcante: PL é uma grife nacional; não vamos jogar nome na lama sem contrapartida

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), disse que o partido só decidirá qual posição irá adotar na disputa pela presidência da Casa na próxima semana. Após uma reunião na sede da legenda em Brasília, ele ponderou, porém, que a sigla está atenta a seus eleitores.

"Logicamente nós temos convicção de que hoje o PL é uma grife nacional e que nós não vamos jogar o nome do PL na lama, sem nenhum tipo de contrapartida aos nossos eleitores. E os nossos eleitores estão muito atentos, aqueles que nos fizeram a maior bancada na Câmara e no Senado, e possam ter certeza que com muito equilíbrio, com muito respeito, na próxima semana a bancada de deputados também vai decidir qual é o caminho que nós seguiremos com relação à eleição da presidência da Câmara", declarou o parlamentar.

Com a maior bancada da Casa para a próxima legislatura, com 121 deputados, o PL discute qual posição adotar após o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), conquistar o apoio de 15 partidos para sua reeleição e ter a recondução praticamente garantida. Sem se aliar ao deputado paraibano, a legenda do candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) pode ter espaços na Casa, como vagas na Mesa Diretora e as presidências das comissões.

Questionado sobre o possível isolamento caso o PL decida por uma candidatura própria, Sóstenes respondeu: "Estar isolado em um primeiro momento não significa uma má estratégia". Ele mencionou que em 2023 o partido acabou sem espaços no Senado após Rogério Marinho (PL-RN) perder a presidência da Casa para Rodrigo Pacheco, à época no PSD de Minas Gerais, mas "quatro anos depois, voltou fortalecidíssimo".

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros