Antes da mudança, a dose máxima por semana aprovada era de 2,4 miligramas, e a farmacêutica dinamarquesa busca regulamentação semelhante nos EUA e na União Europeia (UE), com decisão dos reguladores europeus prevista ainda para o primeiro trimestre deste ano.
A mudança no Reino Unido ocorre pouco depois de a Novo Nordisk ter começado a vender seu comprimido Wegovy nos EUA, com o medicamento está amplamente disponível em dezenas de milhares de farmácias e provedores de telemedicina para compras. A empresa ainda aguarda a aprovação regulatória do comprimido na UE e no Reino Unido.
Dados divulgados nesta sexta-feira mostraram que o comprimido gerou 4.289 novas prescrições na semana passada, um "início promissor", segundo analistas da SEB. Os números são baseados em pacientes com planos de saúde e não incluem prescrições diretas ao paciente, em que os pacientes pagam pelo medicamento do próprio bolso.
Em comparação, a injeção para perda de peso Zepbound, da rival americana Eli Lilly, recebeu cerca de 3.100 prescrições em sua primeira semana no mercado, segundo o analista David Risinger, da Leerink Partners, em um relatório. Na segunda semana, esse número chegou a 8 mil.
Analistas do banco Berenberg esperam que os compridos Wegovy, da Novo Nordisk, vendam em torno de US$ 1 bilhão este ano, e destacam que a farmacêutica dinamarquesa precisa maximizar sua vantagem inicial sobre a concorrente americana Eli Lilly e apresentar um forte crescimento nas vendas em 2026. O cenário base do banco prevê vendas de US$ 2 bilhões para o Wegovy em 2027, mas um cenário otimista poderia sustentar vendas em torno de US$ 6 bilhões.
*Com informações da Dow Jones Newswires.
(Com Agência Estado)
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