Quarta-feira, 04 de Março de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Economia Quarta-feira, 04 de Março de 2026, 11:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quarta-feira, 04 de Março de 2026, 11h:00 - A | A

Política monetária ainda é moderadamente restritiva nos EUA, avalia diretor do Fed

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O diretor do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) Stephen Miran classificou a atual política monetária dos Estados Unidos como "moderadamente restritiva" e voltou a defender cortes nos juros de um ponto porcentual ao longo deste ano, o que avalia como "apropriado". Em entrevista à Bloomberg nesta quarta-feira, 4, Miran disse que os juros atuais ainda estão "um pouco acima" da taxa neutra.

"Prefiro seguir reduzindo taxa de juros em 25 pontos-base (pb) até o ponto neutro para então reavaliarmos a situação. É apropriado seguir com as reduções na reunião de março", disse o dirigente, argumentando que uma política monetária mais flexível pode ajudar na transição para empregos com inteligência artificial (IA).

Miran ressaltou que não alterou sua perspectiva em relação aos juros diante do conflito com o Irã e que "é muito cedo" para ter opiniões definitivas sobre o impacto da guerra no Oriente Médio na política monetária. Para ele, evidências de que os preços de petróleo influenciam a inflação subjacente são "muito limitadas".

Além do impacto da questão geopolítica, o diretor do Fed disse considerar prematuro rejeitar a tendência de enfraquecimento do mercado de trabalho com base em dados de apenas um ou dois meses. Para ele, as evidências sugerem que o setor ainda precisa de apoio do banco central.

Miran disse ainda não prever impacto das tarifas na inflação de bens e comentou que os mercados não parecem preocupados com expectativas de inflação a longo prazo.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros