As declarações ocorreram nesta segunda-feira, 22, no evento "A indústria na agenda dos presidenciáveis", realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.
"Não dá para, a todo momento, provocar a maior democracia do mundo com ofensa, ameaçando o dólar como padrão de comércio internacional, acusando o governo de ser fascista. A única pessoa que quer tarifação de empresas brasileiras é Lula, porque acredita que com isso terá algum benefício eleitoral", disse Flávio.
Ele voltou a negar que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para aplicar um novo tarifaço sobre o Brasil. "Pedi paciência, aguarde um pouco: a partir de janeiro, o Brasil terá um presidente da República que vai negociar de igual para igual com os EUA", afirmou.
"Vai ser diferente a partir de janeiro de 2027, porque a única certeza que eu tenho é que Lula não será mais o presidente da República a partir do ano que vem", destacou o senador, que também classificou a disputa presidencial como uma escolha entre o "caminho das trevas" e o "caminho da prosperidade".
Também compareceu ao evento o pré-candidato e ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Em seguida, deve participar o ex-governador de Goiás e presidenciável Ronaldo Caiado (PSD).
(Com Agência Estado)
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