"A Meta prejudicou muito a campanha do presidente Lula, inclusive restringindo nossos conteúdos e liberando os do nosso adversário", disse durante o debate com o coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador Rogério Marinho (PL), promovido pela GloboNews. "Não dá para a gente enfrentar a Meta, que é uma empresa norte-americana, que tem interesses comerciais no Brasil, que não quer que as redes sejam reguladas."
Neste domingo, 18, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabeleceu um prazo de 24 horas para que a Meta apresente provas de que cumpriu as determinações da Corte sobre a distribuição de conteúdo político e a veiculação de anúncios eleitorais no segundo turno das eleições de 2026. A decisão foi proferida pelo ministro Marco Aurélio Bellizze e prevê o aumento da multa diária para R$ 1 milhão caso a empresa não comprove o cumprimento integral das medidas dentro do prazo estipulado.
Edinho voltou a defender uma regulação das redes sociais e disse haver muitos dados inexplicáveis envolvendo o setor. "Alguns conteúdos alcançam números exorbitantes que ninguém explica. Um influenciador do Flávio não pode ser mais influente do que a Beyoncé, que tem influência mundial. Algumas coisas são inexplicáveis", disse.
(Com Agência Estado)
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