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Brasil Terça-feira, 04 de Agosto de 2026, 10:30 - A | A

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Terça-feira, 04 de Agosto de 2026, 10h:30 - A | A

Lula não sabe o que são terras raras pesadas, não sabe o que é tabela periódica, diz Caiado

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, defendeu a necessidade de o Brasil explorar terras raras e criticou o que ele considera ser falta de conhecimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o tema.

"Há seis anos, nem se falava isso. Em 2019, nós iniciamos e, hoje, Goiás já produz terras raras pesadas. O presidente da República não sabia o que era terras raras pesadas. Ele não sabe o que é uma tabela periódica", disse Caiado, ex-governador de Goiás, durante sabatina com presidenciáveis organizada pela G4 Educação e o site O Antagonista.

Participam do evento, além de Caiado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o influenciador Renan Santos (Missão). Lula foi convidado, mas não respondeu se participaria, segundo a divulgação do evento.

Ao defender a exploração de terras raras, Caiado disse que o Brasil tem "a joia da coroa", citando a abundância de minerais em solo brasileiro e as reservas de águas.

Caiado também voltou a criticar o que considera ser uma "polarização inútil" que tomou conta do País atualmente e que só traz prejuízos.

O candidato do PSD também reiterou, durante a sabatina, que acredita na ciência e nas vacinas.

Escândalos

Na sabatina, Caiado, disse que é preciso governar sem estar preocupado em resolver os problemas oriundos de escândalos envolvendo familiares - numa clara referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a Flávio Bolsonaro.

"Eu vivi no Congresso Nacional. Eu sei quando um presidente da República tem autoridade para poder fazer todas as mudanças e o peso que a caneta de um presidente tem", disse Caiado, acrescentando que o País está hoje em um processo de "colapso total."

Segundo Caiado, ele terá a liderança que o Brasil precisa e essa liderança só será exercida porque ele não estará preocupado em salvar familiares. "Isso só é impossível dentro de um governo que está mais preocupado em salvar os problemas de escândalo da família dele do que realmente governar o País", disse, durante sabatina com presidenciáveis organizada pela G4 Educação e o site O Antagonista.

(Com Agência Estado)

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