"Me perguntaram se os Estados Unidos quisessem invadir o Brasil, o que é que eu faria. Temos que abrir o portão. O Brasil não tem equipamento para enfrentá-lo, nem tem dinheiro para consertar o portão", afirmou durante fala de abertura de evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre descarbonização do setor marítimo.
A declaração foi feita ao defender maior previsibilidade no orçamento das Forças Armadas. Segundo Múcio, o Brasil destina cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) para a Defesa, porcentual inferior ao observado em outros países, o que dificulta investimentos de longo prazo em equipamentos e tecnologia.
"Investir em defesa é como um plano de saúde. A gente escolhe o melhor, torcendo para não precisar usar", afirmou. O ministro ressaltou que o objetivo não é preparar o País para conflitos, mas garantir capacidade de dissuasão e desenvolvimento tecnológico.
(Com Agência Estado)
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