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Brasil Terça-feira, 04 de Agosto de 2026, 10:30 - A | A

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Terça-feira, 04 de Agosto de 2026, 10h:30 - A | A

'Lula de novo na Presidência será um Dilma 2 piorado', afirma Caiado

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou nesta terça-feira, 4, que uma nova vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) produziria uma versão piorada do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). O ex-governador de Goiás prometeu previsibilidade econômica e medidas para reequilibrar as contas públicas caso seja eleito.

As declarações foram dadas durante sabatina organizada pela empresa G4 e pelo portal O Antagonista, em São Paulo, com candidatos à Presidência da República. Participam do evento, além de Caiado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o influenciador Renan Santos (Missão). Lula foi convidado, mas não respondeu.

"Se colocarem o Lula de novo na Presidência, será um Dilma 2 piorado", declarou Caiado. Segundo ele, a recuperação da confiança exige que o próximo governo dê sinais de responsabilidade na administração dos recursos públicos. "Colocando o Caiado, vocês vão ter previsibilidade", afirmou.

O candidato disse que pretende "cortar na carne" e citou medidas adotadas durante sua gestão em Goiás. Caiado afirmou ter reduzido em R$ 25 milhões os repasses aos Poderes e as despesas do Executivo, além de cortar R$ 3 bilhões em incentivos fiscais que, segundo ele, estavam sobrepostos.

Caiado também apresentou a reforma da Previdência realizada em Goiás como exemplo do ajuste que pretende promover no âmbito federal. Segundo ele, a medida foi necessária para impedir o crescimento do déficit previdenciário.

"A partir daí, é colocar a taxa de juros em níveis compatíveis. Você pode ter uma inflação de 4% e uma taxa de juros de 3% ou 4%. É compatível. A que temos hoje não é", afirmou.

O candidato comparou ainda o atual cenário econômico ao período final do governo Dilma e citou a gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB) como exemplo de recuperação da confiança e de redução dos juros.

(Com Agência Estado)

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