"Se meu filho estiver metido no esquema do INSS, ele vai pagar um preço muito alto, mas quem tem escritório junto com o careca do INSS é o Flávio Bolsonaro, não é o meu filho", destacou.
O filho mais velho de Lula, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, é alvo de inquéritos autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar suspeitas de corrupção e tráfico de influência. Já no âmbito da Polícia Federal (PF), as apurações envolvem contratos e articulações em órgãos públicos.
Preço dos alimentos
No mesmo evento, Lula admitiu que a comida ainda está cara no Brasil, e atribuiu parte da alta nos preços dos alimentos ao "preço estratosférico" no governo passado, do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
"Na verdade, no governo passado, a inflação sobre alimentos foi de 56,17%. No nosso governo, foi de 13,6%", disse Lula na live realizada na noite deste domingo com a militância petista. "Obviamente que a comida está cara ainda, porque o fato de a gente não ter permitido que a inflação aumentasse não faz com que a gente conseguisse reduzir o preço estratosférico que estava no governo passado", continuou, dizendo que hoje é possível comprar 2,1 cestas básicas com um salário mínimo hoje.
O candidato petista voltou a repetir que o País tem hoje a menor inflação acumulada em quatro anos na história do Brasil. Ele disse que é preciso lembrar desses dados para conversar com "fanáticos e negacionistas". "O que não falta para nós é argumento para derrubar a mentira."
Lula também afirmou que deseja um futuro em que o petróleo e as terras raras sejam explorados por brasileiros, e não que permita que as empresas americanas tomem as riquezas naturais.
(Com Agência Estado)
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