Edinho participou, ao lado do candidato a governador de São Paulo Fernando Haddad (PT) e do vice-presidente e também candidato à reeleição Geraldo Alckmin (PSB) de manifestação no vão do Masp, na Avenida Paulista.
"Nós sabemos que essa eleição não é só uma eleição. É a disputa de qual Brasil nós vamos construir para as próximas décadas. O povo brasileiro terá que escolher", afirmou, lembrando que o País está a três semanas do primeiro turno das eleições. "O Brasil não quer ser comandado por milícia", afirmou.
Edinho participa de live com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, na noite deste domingo, com a militância petista.
Na live, Edinho disse ainda que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acabou com política de valorização do salário mínimo e com o programa Farmácia Popular. Ele também criticou o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), dizendo que ele luta contra os interesses dos trabalhadores.
"O fato é que o Flávio Bolsonaro foi para o Senado, se mobilizou, impedindo que nós votássemos o fim da jornada 6x1, que é uma PEC do presidente Lula", continuou o presidente do PT. "Nós não queremos o Brasil sendo comandado por aqueles que não aceitaram o resultado eleitoral em 2022 e organizaram um golpe em janeiro de 2023, inclusive com a tentativa de assassinato do presidente Lula, do vice-presidente Alckmin e de outras autoridade."
A campanha do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que houve baixa adesão aos atos do PT na capital paulista. Segundo a assessoria de Tarcísio, Haddad, Alckmin e Edinho Silva reuniram menos de 500 pessoas no ato. "Evento ocorre dois dias após pesquisas apontarem Tarcísio com possibilidade de vitória no primeiro turno", disse a assessoria de Tarcísio.
Pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira, 11, mostra que o governador de São Paulo lidera com folga a disputa em São Paulo, com chances altas de vencer já no primeiro turno. Segundo o levantamento, Tarcísio tem 49% das intenções de voto, contra 29% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad.
(Com Agência Estado)
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