"Eu tenho recebido de informação, inclusive da base, do magistério, da base, da polícia, que está demonstrando um grau de insatisfação bastante grande. Mas eu não sei até que ponto é possível explorar isso por causa da blindagem que se faz ao Tarcísio. Não se fala do governo, não se fala de realização, não se fala de nada", afirmou.
Ele criticou inclusive a imprensa por não abordar essas vulnerabilidades do governador, dizendo que a mídia tem lado e não há equilíbrio na cobertura.
Haddad evitou se colocar como candidato ao governo, apesar de estar cotado para a disputa, dizendo que qualquer um que seja o nome terá que atacar essas vulnerabilidades de Tarcísio. Citou até que pode ser coordenador de programa de governo.
"Nós nunca tivemos um governo progressista em São Paulo. É importante dizer... No que dependa da minha colaboração, como coordenador de programa ou o que quer que seja, eu vou concorrer para que nós possamos discutir projetos. E parar com essa coisa, com essa briga de rua que não leva a lugar nenhum. Discutir projetos, discutir ideias, discutir programa", declarou.
(Com Agência Estado)
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