A informação foi publicada pelo SBT News e confirmada pelo Estadão.
Em nota o Palácio do Planalto, afirmou que a alteração da indicação decorre da saída de Marcola do governo.
"Os assentos de representação da União em conselhos públicos são destinados a servidores públicos formalmente nomeados, observados os requisitos legais e normativos aplicáveis. Desse modo, todas as vagas ocupadas por pessoas que deixam a administração federal são sempre substituídas", informou a Secom.
Marcola exercia cargo no colegiado da empresa desde 2023. Ele entrou na mira da Polícia Federal por ter recebido R$ 249 mil da lobista Roberta Luchsinger, suspeita da prática de tráfico de influência junto com Fabio Luis da Silva, conhecido como Lulinha.
A aliados, o ex-chefe de gabinete afirma que os repasses foram efetuados a título de empréstimo.
No conselho da Terracap, ele recebia R$ 12,4 mil mensais, além dos R$ 31,9 mil a que tinha direito pelo cargo na Presidência. Conforme revelou o Estadão, os cargos do governo no colegiado da empresa são usados para turbinar salários de auxiliares de ministros e do próprio presidente.
(Com Agência Estado)
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