"Peço que se separe a política das relações institucionais estratégicas que Argentina e Brasil sempre mantiveram", disse a senadora em discurso no Parlamento argentino. "Lula recebeu Massa candidato rival de Milei nas eleições presidenciais na porta do Planalto. Então, quando o nosso presidente vai ao Brasil, tem todo o direito político de apoiar quem acredita que deve apoiar".
Segundo a senadora, o conflito bilateral é apena uma questão de diferença ideológica, num contexto eleitoral próximo.
"Nosso país não disse uma palavra, o presidente não disse uma palavra, e a Justiça deu a possibilidade de ele Lula ver Cristina Kirchner em seu domicílio, como presa. Não aconteceu o mesmo com o presidente argentino, que pediu para ver Bolsonaro e não deixaram", afirmou ela.
(Com Agência Estado)
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