"Em vez de alinhamentos ideológicos com ditaduras e regimes autoritários, o que o Brasil precisa são parcerias estratégicas que enriqueçam o nosso povo, gerem empregos, tragam investimento, tecnologia e segurança", declarou o parlamentar, em entrevista coletiva, após se reunir com Trump no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, na tarde desta terça.
Flávio declarou que o objetivo de sua visita foi "oferecer uma alternativa" à visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 7 de maio, classificada pelo senador como um "lobby para traficantes". A fala faz referência à rejeição do governo petista à ideia estudada na Casa Branca de designar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras.
Como exemplo, o parlamentar afirmou que, caso seja eleito presidente, o Brasil passará a integrar o "Escudo das Américas", iniciativa lançada por Trump para combater o tráfico de drogas e a imigração ilegal na região. Atualmente, aderiram ao programa países chefiados por líderes de direita e alinhados a Washington, como Argentina, Chile e Paraguai.
(Com Agência Estado)
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