"Tem oportunistas, mas, a gente é muito realista. Tenho a consciência que, sozinhos, não chegamos em lugar nenhum. No Congresso, tem de tudo. ... Não é o ideal, mas é o que tem. Então, não tem nenhum sentido dispensar pessoas ou partidos do centrão", declarou em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan.
Flávio disse que deixará a "porta aberta para todo mundo de centro e direita que queira se posicionar junto" a ele e que é necessário que o grupo da centro-direita concentre as energias "apontando os erros do PT" e não em disputas entre si, porque a eleição será apertada.
O senador citou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, agora no PSD, e disse acreditar que o governador se posicionará contra o PT.
Flávio Bolsonaro anunciou sua pré-candidatura em 5 de dezembro, e desde então, tenta captar o endosso de siglas como PP, Republicanos, União Brasil e PSD - esta última com pretensões de candidatura própria. Como estratégia, o pré-candidato tem evitado críticas a adversários e diz esperar uma unificação do centro e da direita, ainda que em segundo turno.
(Com Agência Estado)
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