No cargo, dada sua proximidade com as lideranças da direita mundial, como integrantes dos governos de Donald Trump e Javier Milei, Eduardo seria o responsável por reaproximar o Brasil oficialmente daqueles governos.
"As nomeações de ministros vão passar pelo presidente Jair Bolsonaro. Neste momento há uma dificuldade muito grande de ter contato com ele. No momento estamos preocupados com a eleição do Flávio", afirmou em entrevista ao SBT News, exibida no sábado, 10.
Sobre sua indicação ao Ministério das Relações Exteriores, ele disse estar "à disposição" caso seja da vontade de Flávio.
"Isso é assunto pra depois da eleição, mas se for da vontade de Flávio me ter em um Ministério, estou à disposição", disse.
(Com Agência Estado)
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