Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Lucas fez mestrado em Direitos Humanos e cursava doutorado na Universidade de São Paulo (USP). O advogado morava em Campinas e era PCD (pessoa com deficiência).
A Secretaria de Segurança de São Paulo diz que o caso segue sendo investigado como morte suspeita pela Polícia Civil de Mogi Guaçu, "que mantém diligências para elucidação total dos fatos".
A Faculdade de Direito da USP lamentou a morte de Lucas e se colocou à disposição de familiares "para ajudar no que for possível".
"A Faculdade de Direito da USP, com profunda tristeza, lamenta a morte de seu aluno no doutorado Lucas Silva Lopes, ocorrida no final de semana. Lucas era orientado pela professora Eunice Prudente (Departamento de Direito do Estado) e desenvolvia pesquisas sobre Direitos Humanos, Inclusão e proteção de Grupos Vulneráveis", diz a nota.
De acordo com familiares, o advogado tinha como objetivo ingressar no Ministério Público, como Promotor de Justiça. Atualmente, ele se dedicava à advocacia e ao doutorado.
"A Diretoria, professores e alunos reforçam os sentimentos sinceros de pêsames aos familiares neste momento de tristeza e de dor se colocam à disposição", diz a USP.
Em nota, a Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Campinas lamentou a morte de Lopes e afirmou que o advogado "uniu vivência e conhecimento técnico em prol de uma advocacia mais inclusiva". Ele era membro da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência da subseção.
"Dr. Lucas uniu vivência e conhecimento técnico em prol de uma advocacia mais inclusiva, deixando contribuições relevantes por onde passou. Sua partida deixa uma lacuna na advocacia e no movimento pela inclusão", diz.
(Com Agência Estado)
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