Sem citar a intervenção dos EUA na Venezuela no início deste ano, Fachin disse que o momento atual exige "a defesa da civilização e dos pactos civilizatórios contra a barbárie que quer se instalar em todo o continente, e também em países da europa continental".
"Apesar dessa incertezas, creio que há esperança ainda a ser enunciada", destacou Fachin. "A história, esta que não se encerra, é obra humana, somos agentes do processo social e político. Nada está destinado, tudo está em disputa, e nesse campo de disputabilidade de sentidos, se a democracia não nos oferece certeza, ela nos oferece, ainda e sempre, possibilidades", acrescentou.
Na cerimônia, estavam presentes o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o ministro do Supremo Gilmar Mendes, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann, o advogado-geral da União Jorge Messias, a presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha, e o corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell Marques.
Ao saudar Gilmar, Fachin exaltou o colega, dizendo que ele tem sido, ao seu lado, o ministro que mais usa os julgados da Corte IDH como fundamentos para seus votos no Supremo.
(Com Agência Estado)
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