"O debate do fim da escala é um debate populista e inócuo na realidade atual das famílias brasileiras", afirmou a jornalistas no 25º Fórum Empresarial Lide, no Rio de Janeiro.
Segundo ela, o trabalhador deveria ter liberdade para definir com o empregador as condições de contratação, sem interferência do Estado. Ela defendeu a ampliação das possibilidades de jornada. "Deveria ter todas as jornadas permitidas e cabe ao trabalhador e ao empregador decidirem de que forma eles querem construir os seus contratos", disse.
Para a ex-presidente da Caixa Econômica Federal, a discussão sobre mudanças na jornada também precisa considerar os custos para as empresas e as condições econômicas das famílias. "É uma ficção dizer que está se concedendo alguma coisa quanto quem produz não vai ter condição e vai ter um custo enorme em relação a isso", afirmou.
(Com Agência Estado)
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