"Certamente reconhecemos a legitimidade das eleições", afirmou, após ser questionado sobre isso pela reportagem da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), na coletiva de imprensa. A turbulência política e as incertezas sobre os rumos do País são um tema caro ao empresariado, que requer previsibilidade para realizar investimentos. "Como todo mundo, agora esperamos o posicionamento do governo", emendou o presidente da CBIC.
Neste mês, o setor entregou às campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro uma agenda com propostas a serem implementadas nos primeiros 100 dias de governo, independentemente de quem fosse eleito. A agenda estratégica foi organizada em sete eixos e aborda planejamento de longo prazo, equilíbrio fiscal, redução do custo do capital, melhoria do ambiente de negócios, ampliação do crédito, investimento na habitação, infraestrutura, obras públicas, assim como industrialização, inovação, qualificação profissional e sustentabilidade.
Na área habitacional, a CBIC sugeriu a elaboração de um Plano Nacional até 2035, com definição de metas nacionais e regionais e integração das diferentes modalidades de atendimento. Para a infraestrutura, a CBIC propôs ampliar os investimentos e estabelecer um planejamento integrado para os próximos 20 a 30 anos. A conclusão de obras públicas paralisadas ou inacabadas é outra prioridade da agenda.
(Com Agência Estado)
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