"À véspera da eleição, você vê uma atitude populista como essa aí. Agora eu vou aumentar R$ 91 no Bolsa Família. Quer dizer, isso é brincar com a inteligência do brasileiro, isso é desrespeitar a inteligência do brasileiro, e achar que o cidadão, a 16 dias, pode mudar, e comprar o voto por mais R$ 90", disse.
Caiado também voltou a dizer que fará um ajuste fiscal para controlar os gastos públicos por meio de uma emenda constitucional com um limitador de gastos do governo federal, de até 50% do crescimento do Produto Interno Bruno (PIB). O candidato também defendeu a revisão de isenções fiscais e de recursos para programas sociais.
O ex-governador de Goiás acrescentou: "Vou cortar 100% das emendas impositivas e vou cortar 25% do repasse do duodécimo aos Poderes e órgãos independentes da República".
Ao Jornal da Record, da TV Record, na quarta-feira, 16, Caiado já havia criticado os anúncios de novos gastos do governo. "Essas medidas agora, de reta final, aí. Estou vendo o Lula prometer canetinha de emagrecimento, aumentar o Bolsa Família. Tudo certo, mas não com essa aparência de populismo", declarou na ocasião.
(Com Agência Estado)
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