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Terça-feira, 19 de Julho de 2011, 15h:20 - A | A

Mato Grosso a ver navios?

Para um homem público que recebeu, pelo voto, a confiança do povo da terra, sua primordial preocupação será procurar encontrar meios para equacionar as deficiências para que a “locomotiva” não fique parada na estação

ÍRIS DÉA

Divulgação

Um Estado que, segundo noticiários abalizados em pesquisas, deixou de ser vagão para ser a locomotiva, correndo nos trilhos do agronegócio, é um diferencial que lhe dá o direito de ser olhado pelo poder central de forma específica, tendo em vista a sua contribuição de valor para economia do nosso país.

Justo será, no ministério dos transportes, o administrador gabaritado que Mato Grosso, a olhos vistos, possui.

Um homem público não tem direito de se esquivar. Nada poderá justificar uma auto-exclusão a um cargo administrativo que poderá levar Mato Grosso, por certo, para o destaque merecido. Todos os estados como Bahia, Minas e, principalmente, São Paulo são sempre agraciados, atribuindo-se aos poderes políticos advindos do número de parlamentares. Mato Grosso, apesar de dividido, o que diminuiu seu poder político, figura no rol dos primeiros contribuintes nas relações comercias com países importadores dos nossos produtos agropecuários, sendo, neste item, o primeiro, assim afirmam pesquisas, repito, abalizadas.

Nesta visão real, o escoamento de seus produtos é, com certeza, de interesse nacional, nada mais assim precisa ser argumentado.

Mas, repetir um argumento, como cidadã, não ofende o mundo oficial e nem a sociedade, quando muito, pode dar argumentos desconhecidos, não pensados.

Assim repito:

Para um homem público que recebeu, pelo voto, a confiança do povo da terra, sua primordial preocupação será procurar encontrar meios para equacionar as deficiências para que a “locomotiva” não fique parada na estação. Ou, no nosso caso, Mato Grosso ficar somente a ver barcaças descendo caudalosos rios, já que os nossos fluem também para o Amazonas, levando em suas águas seus nutrientes, enriquecendo o ecossistema. Será uma interrogação cheia de ressentimento?

Mato Grosso também merece e reivindica seus trilhos, suas estradas, para que possa correr livremente. E porque não até o Pacífico, cuja estrada está guardando término?

(*) ÍRIS DÉA é cronista do quotidiano mato-grossense visto pelos olhos da alma e escreve para HiperNotícias.

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

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