Artigos Segunda-feira, 20 de Junho de 2022, 08:44 - A | A

Segunda-feira, 20 de Junho de 2022, 08h:44 - A | A

WILSON FUÁH

A liberdade não tem preço

WILSON CARLOS FUAH

Reprodução

Wilson Fuáh

 

Ser livre representa ter tempo para viver intensamente as coisas simples que amamos, sem se importar com a mensuração da sua dimensão ou do tempo exigido para vivê-las e que de certa forma, ainda devemos estar dispostos a apreciar minuciosamente tudo, até que novas fontes de prazer nos proporcionem novas satisfações para celebrar e comemorar o “estar vivo”.

Ser livre é acima de tudo, manter um caso de amor com a própria existência, aceitando o passado e o presente como são, enfrentando, compreendendo e desvendando os seus mistérios sem criar expectativas irreais e dimensionadas sobre o “tempo futuro” que ainda está por vir, sendo senhor apenas do momento presente.

Ao produzirmos novos projetos, criamos o poder de reinventar a nossa existência, mesmo que aparentemente, muitas vezes, (a curto prazo), nossos objetivos possam parecer sem sentido e inatingíveis. Desta feita, não devemos ter medo de interpretar e aceitar algo que não seja a nossa atual realidade. O importante é continuar sonhando, sentindo a felicidade da forma que ela se apresenta, às vezes inconsistentes e momentâneas, mas sempre que possível devemos estar preparados para aceitar algumas perdas irreparáveis .

Não tem preço, alcançar um viver num mundo de satisfação a que muitos chamam de encontros com a felicidade, mas, quem atinge esse estágio tem o apreço pela vida, e transmite na singela aparência na sua mais ampla forma de vivências, distribuindo o valor e dimensão do seu viver.

Devemos nos lembrar, sempre que deixar de sonhar e embarcar nas pressões do mundo externo é o mesmo que não nos libertarmos do engessamento dos nossos passos e espaços que certamente facultarão e definirão os limites das nossas conquistas, tanto no âmbito das realizações internas como nas externas.

O importante é estarmos livre para sonhar e caminhar em busca da felicidade, e dos bons dias que se foram, devemos deixar registrado as doces saudades, porque a vida segue, e que enquanto indivíduos, devemos estar livres para sonhar e pintar os espaços dos nossos dias com as cores que representem definitivamente o amor pela vida, o resto deixe para depois.

(*) WILSON CARLOS SOARES FUAH é Economista, especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia


Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros