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Artigos Sexta-feira, 27 de Maio de 2016, 08:58 - A | A

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Sexta-feira, 27 de Maio de 2016, 08h:58 - A | A

A importância do voto

Infelizmente a grande massa eleitoral vota com total desinformação

WILSON CARLOS FUÁH

Arquivo pessoal

Wilson Carlos Fuá

 

A política virou um grande negócio e o “poder” é o maior atrativo para a carreira política, pois junto com ele vêm os favores em forma do “toma lá e dá cá”, vêm os altos salários e os benefícios de uma aposentadoria eterna, e ainda, a imunidade que dificulta as investigações e além de proporcionar outros ganhos chamativos infindáveis e inconfessáveis (acordos lesivos aos cofres públicos). 

     

A grande maioria dos eleitores, não recebem informações e orientações necessárias de forma simples, didática  e lógicas sobre a importância do ato de votar, pois nenhum político tem acesso aos cargos eletivos, senão através do  voto, depois não adianta reclamar sobre: os desastres na administração pública; dos desvios de recursos do erário e dos rombos nos cofres públicos.

       

Os eleitores são manipulados através de propagandas enganosas produzidas pelos candidatos profissionais, que de reeleição em reeleição, vão aperfeiçoando em enganar o povo através da política rasteira, e durante as campanhas novos canalhas aparecem tentando cativar os eleitores através das lábias dos espertalhões travestido de “salvador da pátria”, e que através da mágica da malandragem engendradas pelos marqueteiros, promovem candidatos medíocres e desonestos, em administrador ideal, e que através dos seus falatórios decorados e são transformados  em  super-homens,  com solução para tudo,  e com essa poderosa ferramenta do marketing,  os políticos vão enganando os eleitores e perpetuando no poder.

             

Infelizmente a grande massa eleitoral vota com total desinformação, ou por falta de cultura política ou pensando no retorno das suas necessidades momentâneas, por isso, fazem escolhas erradas e optam por determinado candidato da sua proximidade, pensando primeiramente em manter a possibilidade em forma de recompensa futura. Pensam primeiramente  em viabilizar um emprego ou ser incluso no sorteio de uma casa popular; ou receber a esmola social, em forma de uma bolsa família, que tira o poder das pessoas lutarem pelo seu próprio sustento.  Mas, na verdade sem saber, estão desperdiçando a importância do voto para receber algo em troca, e pensam que assim procedendo estará possibilitando uma melhoria futura  para sua vida.

        

Ao votar mal, o eleitor estará contribuído para o crescimento de todo tipo de problemas sociais: violência urbana com assalto em todos os bairros da cidade; aumento da prostituição infantil; aumento das “cracolândias”; sistema educacional de péssima qualidade;  saúde pública vergonhosa, onde os doentes são colocado em macas ou no próprio chão,  sem falar no transporte público que chega ao ridículo, onde povo é transportado como se fosse gado e  a corrupção desenfreada que desvia os recursos das ações sociais. Ao não saber votar o povo estará dando aval para criação de uma casta de políticos lobistas que estão a serviço dos grandes negócios ilícitos, pilantras de termo e gravata que de caneta em punho, especializaram em causar prejuízo ao erário.  

          

Somente através de uma  mudança cultural inserindo  nas grades curriculares a disciplina: “Ensinamento sistema político brasileiro”. E, que através um sistema educacional substancial que ensine a importância da política na vida do povo e orientando as crianças sobre a importância do voto, informando-as  que votar é praticar a plenitude da cidadania, pois somente através da cultura política, pois é através do voto,  que o povo passa a possuir o poder popular de combater de forma direta à corrupção.

 

O povo tem que entender porque está votando. E, acima de tudo saber votar não é uma mera obrigação ou uma maneira de isentar da ínfima multa ou escapar das sanções das leis eleitorais.  O eleitor deve ter a consciência de que ao não saber votar, estará contribuindo para que os maus políticos desviem para dos seus bolsos milhões de recursos públicos, e que através da corrupção, recursos públicos vão para as mãos de espertalhões, virando fonte financiadora do submundo imundo das campanhas eleitorais, e que são fontes financiadoras para dar continuidade à legião de novos de corruptos e de corruptores. 

 

*WILSON CARLOS FUÁH é economista, especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.

 

 

 

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

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