O pós-Carnaval da Grande Rio está longe de ser festivo. Pela primeira vez em cinco anos, a agremiação ficou de fora do Desfile das Campeãs, e o alvo principal das críticas, internas e externas, é a rainha Virginia Fonseca. Embora o contrato de R$ 15 milhões via sua empresa de cosméticos garanta sua permanência, a diretoria deixou claro que o reinado em 2027 terá novas regras.
Para seguir à frente da bateria de Mestre Fafá, a namorada de Vini Jr. precisará aceitar uma reestruturação drástica em sua participação.
O presidente de honra, Jayder Soares, exigiu que Virginia se livre da equipe de videomakers, estilistas e amigos que tumultuaram a concentração e o desfile. A ordem é "descansar a imagem". A diretoria quer que Virginia apareça apenas em eventos cruciais na quadra, priorizando o preparo técnico em vez de lives e conteúdos para redes sociais.
A live realizada por Virginia momentos antes de entrar na Avenida foi o estopim para a fúria de Jayder, que foi flagrado gritando com a equipe da influenciadora.
O "Tiro no Pé"
Integrantes da cúpula da escola definiram a participação de Virginia em 2026 como um erro estratégico. "Ela se sobrepôs à escola", afirmou um membro do alto escalão. As notas dos jurados refletiram o descontentamento: a bateria recebeu apenas uma nota 10, e as vaias vindas das arquibancadas durante a apresentação para o júri pesaram no resultado final.
Outro ponto de atrito foi a retirada do costeiro de 12 quilos da fantasia. Embora o estilista afirme que houve autorização, a imagem de uma rainha "incompleta" na Avenida pegou mal entre os puristas do Carnaval.
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