Em vez de recontar a história do filme da Disney dos anos 60, estrelado por Julie Andrews e Dick Van Dyke, a adaptação em live-action pretende retornar aos oito livros originais de P. L. Travers e explorar o universo mais amplo e peculiar criado pela autora.
Diferentemente dos filmes já lançados, a Mary Poppins dos livros é frequentemente descrita como mais misteriosa, imprevisível e perigosa. As aventuras literárias são mágicas, surreais e, por vezes, assustadoras.
A série está sendo desenvolvida e produzida por Tom Winchester para a Pure Fiction Television, produtora independente apoiada pela See-Saw Films (responsável pelas séries Slow Horses e Heartstopper) e pela agência de talentos britânica Hamilton Hodell.
Tom está desenvolvendo a série em nome dos administradores do espólio de P.L. Travers, de quem adquiriu a opção dos direitos. Segundo informações divulgadas pelo Deadline, conversas em estágio inicial estão ocorrendo com a Disney, e Winchester está sondando showrunners de alto nível.
Os livros de sucesso de Travers com a famosa babá mágica foram adaptados - de forma mais célebre - pela Disney no musical vencedor do Oscar estrelado por Julie Andrews e Dick Van Dyke. No entanto, Travers criticou abertamente a visão da Disney para o filme de 1964, e o conflito entre eles serviu de base para o filme Walt nos Bastidores de Mary Poppins, estrelado por Emma Thompson e Tom Hanks.
A sequência de 2018 da Disney, O Retorno de Mary Poppins, foi estrelada por Emily Blunt e Lin-Manuel Miranda e dirigida por Rob Marshall, que também produziu o filme - uma comédia musical de fantasia - ao lado de John DeLuca e Marc Platt.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









