Dados obtidos pela Polícia Federal mostram uma foto em que Gonet aparece empunhando um charuto na mesma mesa que o banqueiro, além de mensagens em que o PGR diz estar com "saudades" e chama o ex-dono do Master de "máquina".
A maioria dos conselheiros acompanhou o entendimento do relator, Francisco Severino, que disse não identificar elementos suficientes para apurar a conduta do procurador-geral. Votaram neste sentido, Celso de Albuquerque, Alexandre Camanho, Hindemburgo Chateaubriand e Nicolao Dino. Já os subprocuradores Janice Ascari, Samantha Chantal, José Adônis e Ana Borges Santos defenderam a abertura da investigação.
Apesar do placar apertado em relação à apuração contra Gonet, o CSMPF foi unânime, com 9 votos, para mantê-lo na condução dos processos relacionados ao Master.
(Com Agência Estado)
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