"Fiz uma cirurgia de redesignação sexual em dezembro, que foi incrível, e eu adorei", disse a atriz.
"Como eu disse, por muito tempo abracei a minha parte de gênero expansivo e realmente queria tentar fazer com que aquele corpo anterior funcionasse, porque achava que havia algo muito legal e incrível nele", completou Schafer.
A americana relata que, em diversas ocasiões, enfrentou o desafio de conciliar o ideal teórico de uma "utopia queer" com a realidade que vivenciava no dia a dia, além da forma como desejava se expressar no mundo.
A atriz disse que, para ela, a transição médica foi decisão mais adequada, porém, cada pessoa trans tem uma trajetória própria.
Em cirurgias de redesignação sexual existem procedimentos que modificam os órgãos genitais e as características físicas de uma pessoa. O principal objetivo é aproximar a identidade de gênero à sua aparência.
(Com Agência Estado)
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