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Variedades Quinta-feira, 23 de Abril de 2026, 15:30 - A | A

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2026, 15h:30 - A | A

Acionistas da Warner aprovam fusão com Paramount; veja próximos passos

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Os acionistas da Warner Bros. Discovery votaram na manhã desta quinta-feira, 23, pela aprovação do acordo de fusão com a Paramount Skydance, avaliado em US$ 111 bilhões (cerca de R$ 551 bilhões, na cotação atual). Caso ocorra, a aquisição vai transformar o CEO David Elisson no controlador de um novo grande império de Hollywood.

Segundo informações divulgadas pela imprensa norte-americana, os acionistas da WBD votaram a favor da venda "de forma esmagadora". O acordo prevê o pagamento de US$ 31 por ação, e passa para a Paramount o controle de marcas de mídia como CNN, HBO, Discovery, CBS, entre outros.

No entanto, os acionistas rejeitaram um pacote lucrativo de remuneração proposto a David Zaslav, CEO da WBD, e demais executivos nomeados pela Warner, em relação a pagamentos que eles receberiam caso o negócio fosse concluído.

De acordo com o jornal Los Angeles Times, o pacote de compensação proposto para Zaslav pode chegar a US$ 886 milhões. Uma empresa de consultoria recomendou o voto negativo.

Mesmo assim, vale lembrar, a votação em relação ao pacote era meramente consultiva, o que significa que o conselho diretor da Warner ainda pode prosseguir com a remuneração mesmo com a negativa dos acionistas. Segundo a Variety, os acionistas também votaram contra os pacotes de pagamento no ano passado.

O que acontece agora?

A Paramount ainda precisa obter aprovação de órgãos regulatórios nos Estados Unidos e em outros países para prosseguir com a compra da Warner. No entanto, os executivos estão otimistas e acreditam que o negócio possa ser concluído até o final de setembro deste ano.

"A aprovação dos acionistas hoje é outro marco rumo à conclusão desta transação histórica, que vai proporcionar valores excepcionais a nossos acionistas", disse Zaslav, em comunicado. "Continuaremos trabalhando com a Paramount para completar os próximos passos neste processo que irá criar uma empresa líder de mídia e entretenimento da próxima geração."

Ainda não se sabe se órgãos regulatórios vão impor condições à fusão, mas diversos procuradores-gerais estaduais, sobretudo de estados como Nova York e Califórnia, têm analisado os termos em detalhes para avaliar a possibilidade de contestar a fusão com base em leis antitruste. Órgãos regulatórios da Europa também analisam a proposta, e podem exigir que a Paramount abra mão de algumas marcas para garantir a aprovação.

O acordo gera intenso ceticismo entre grandes figuras de Hollywood, que chegaram a protestar e assinar uma carta contra a fusão. Algumas porções da indústria também criticam a proximidade entre o CEO da Paramount e o presidente Donald Trump.

Em eventos recentes, Ellison tentou tranquilizar a indústria e afirmou que manterá os filmes da Warner e da Paramount por 45 dias de exclusividade em exibição nos cinemas antes de chegarem a plataformas de streaming. Ele também se comprometeu a lançar ao menos 30 filmes por ano nas telonas.

(Com Agência Estado)

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