Segunda-feira, 13 de Julho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Segunda-feira, 13 de Julho de 2026, 19:36 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 13 de Julho de 2026, 19h:36 - A | A

CASSINOS ONLINE

Vereador propõe lei para proibir publicidade de "jogo do tigrinho" em Cuiabá

Projeto de lei barra divulgação por influenciadores e empresas após rombo financeiro e tragédias na capital; multas de R$ 10 mil serão revertidas para tratamento de saúde mental

BIANCA MORTELARO
Da redação

O vereador por Cuiabá Dilemário Alencar (UB), propôs um Projeto de Lei que proíbe a divulgação de publicidade e patrocínio de jogos de azar virtuais e cassinos online na capital. A justificativa da proposição destaca um cenário alarmante: em 2025, duas mulheres em Cuiabá tiraram a própria vida após acumularem dívidas com apostas online, especialmente em plataformas como o popular "jogo do tigrinho".

Além das tragédias humanas, estima-se que moradores de Cuiabá gastem mensalmente cerca de R$ 6,45 milhões nessas plataformas, o que tem sido associado ao aumento de casos de ansiedade e depressão. Os dados são da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Cuiabá.

O texto legislativo estabelece a restrição em seu primeiro artigo, definindo que: "Fica proibida, no âmbito do Município de Cuiabá, a veiculação de qualquer forma de publicidade, divulgação, promoção ou patrocínio de jogos de azar virtuais, cassinos online, plataformas de apostas não regulamentadas ou similares".

O parlamentar justifica a necessidade de responsabilizar aqueles que possuem grande alcance de público, como "influenciadores digitais, artistas, criadores de conteúdo e demais pessoas físicas que promovam tais serviços através de redes sociais, plataformas digitais ou meios de comunicação", além de empresas privadas e eventos patrocinados por essas plataformas.

O descumprimento prevê sanções rigorosas, incluindo advertências, suspensão de alvarás de funcionamento e multas de R$ 10 mil, que podem ser dobradas em caso de reincidência. Um ponto central da proposta é a destinação desses recursos, que deverão ser obrigatoriamente revertidos para programas municipais de saúde mental, educação digital e combate ao vício em jogos.

Atualmente, o processo aguarda leitura em plenário para seguir para a análise das comissões permanentes do Legislativo.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros