A causa da morte do estudante não foi divulgada. Segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de Piracicaba, não havia sinais de crime no corpo. O corpo do jovem foi encontrado na república Poko Loko, embora ele fizesse parte de outra república.
De acordo com a GCM, as equipes foram acionadas pela Central de Ambulâncias para dar apoio ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e, ao chegarem no local, o médico confirmou o óbito do jovem e informou que, quando chegou ao imóvel, não havia procedimentos a serem realizados.
Durante o atendimento, os agentes da guarda informaram que encontraram diversas embalagens de bebidas alcoólicas, como cerveja, vinho, vodka, whisky e outros destilados, além de energéticos. As bebidas foram apreendidas pela Polícia Civil para investigação, e as circunstâncias e as causas da morte serão apuradas pelas autoridades. O local foi isolado para a perícia.
Franco Tavares Mendes era de São Paulo, mas se mudou para Piracicaba por causa dos estudos. Ele era da república No Talo, que declarou luto nas redes sociais.
O estudante foi descrito por outros alunos do mesmo ano como sorridente e carinhoso com os colegas. Em texto postado nas redes sociais, o Grupo Cinzeiro, formado por alunos do mesmo ano de Mendes, escreveu que ele será lembrado "sorrindo, feliz e demonstrando, com gestos e palavras, o amor que tinha por todos do nosso ano".
O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado de São Paulo (Sindsef-SP) emitiu uma nota de pesar em nome da mãe de Franco, que é uma servidora pública. De acordo com o texto, o velório ocorreu nesta segunda-feira, 13, e o sepultamento do universitário foi no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina, em São Paulo.
Outras entidades ligadas à Esalq-USP manifestaram condolências. A diretoria da universidade, em nota oficial, afirmou que a perda do jovem entristece a comunidade acadêmica e que Franco será lembrado com carinho por todos que tiveram o privilégio de com ele conviver.
O centro acadêmico Luiz de Queiroz afirmou que seus integrantes unem os corações aos de todos que tiveram o privilégio de compartilhar a vida, as salas de aula e a convivência na faculdade com Franco. O Grupo de Experimentação Agrícola (GEA), projeto de extensão da universidade, também prestou homenagens a Franco, afirmando que ele deixou uma marca de trabalho, dedicação e companheirismo e que fará falta para quem conviveu com ele.
(Com Agência Estado)
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