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Política Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2026, 13:30 - A | A

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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2026, 13h:30 - A | A

UNIÃO PELA DOMICILIAR

Senadores de MT assinam pedido de prisão humanitária para Bolsonaro

A princípio, apenas o liberal foi indicado como signatário da proposta, e o decano do UB correu para desmentir a informação

ALINE COÊLHO
DA REDAÇÃO

Os senadores por Mato Grosso Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União) estão ente os 41 paramentares que assinaram o pedido de concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O pedido ganhou urgência após Bolsonaro sofrer um acidente doméstico dentro da cela na última semana, quando passou mal durante o sono e bateu a cabeça em um móvel.

A princípio, apenas o liberal foi indicado como signatário da proposta, e o decano do UB correu para desmentir a informação. A relação sem o nome de Jayme foi divulgada pelo próprio autor da proposta, o senador Wilder Morais (PL-GO).

Reprodução/ Instagram

jayme voto prisao humanitaria

 Senador publica print para rovar apoio à iniciativa em benefício de Bolsonaro. 

Após ser ‘esquecido’, Jayme fez uma publicação nas redes sociais de que não teria apoiado o pedido, classificando a informação como fake news. Jayme compartilhou um print do sistema do Senado para comprovar que sua assinatura teria sido registrada na última sexta-feira (9).

“Contra fatos não existem argumentos. Já estava assinado o pedido de prisão humanitária para o presidente Bolsonaro”, afirmou. 

O senador José Lacerda (PSD), por sua vez, não se manifestou sobre o assunto. Ele ocupa a vaga de Carlos Fávaro (PSD), afastado do Senado para atuar como ministro da Agricultura e Pecuária.

"QUESTÃO HUMANITÁRIA"

O movimento liderado pela oposição no Senado sustenta que a manutenção de Bolsonaro em uma cela comum compromete seu estado de saúde.

Bolsonaro, que está preso após ser acusado de tentativa de rompimento da tornozeleira eletrônica, passou mal enquanto dormia na última semana, caiu e bateu a cabeça em um móvel na cela da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde está detido desde novembro.  

Parlamentares argumentam que a idade e o histórico clínico do ex-presidente justificam o cumprimento da pena  em regime domiciliar para tratamento médico adequado. 

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