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Política Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2026, 16:52 - A | A

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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2026, 16h:52 - A | A

CONFUSÃO NA DIREITA

Samantha defende Abilio e aponta violência política ao ser citada por Buzetti; veja vídeo

O desentendimento da suplente no Senado com o grupo do prefeito de Cuiabá escala e pode parar na Justiça

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A primeira-dama de Cuiabá e vereadora, Samantha Iris (PL), rebateu a suplente no Senado, Margareth Buzetti (PSD), e defendeu o prefeito Abilio Brunini (PL), a rebatendo sobre o esposo ser machista. Samantha indicou suposta violência política de gênero cometida por Margareth Buzetti ao ventilar que Samantha só serviria para "dormir com o marido" ou "defender os interesses" do prefeito.

"Falar que uma política mulher só serve para dormir com o marido dela, isso pode ser violência política de gênero. Falar que uma mulher está na política para atender os interesses do marido dela ou para responder as coisas pelo marido dela, isso também pode ser uma violência política de gênero", disse Samantha.

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A primeira-dama lançou mais tensão sobre o conflito com a suplente, afirmando que ela foge do debate ao não comentar sobre o voto favorável à reforma tributária. Abilio atribui às mudanças ao sistema fiscal do país a necessidade de rejustar o Imposto sobre Serviços (ISSQN) de 3% para 5%. O aumento implicou em reunião do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Mato Grosso (Creci-MT) em que o prefeito se desentendeu com Buzetti, que chegou a deixar o local.

"A senhora está querendo jogar um papo de machismo para fugir da verdadeira discussão. A senhora votou sim para o aumento de imposto lá no Congresso Nacional, de 5% para 27,5%. A senhora votou, junto do governo de esquerda, uma reforma tributária e vai prejudicar todo o nosso estado do Mato Grosso", ressaltou Samantha.

Para a primeira-dama, a suplente no Senado não é justa ao deixar de tocar em pontos que precisam ser esclarecidos levantando a bandeira de machismo "para tentar tachar uma pessoa que só está perguntando o porquê você tomou a decisão".

"O que a senadora está dando a entender é que somente os homens podem ser questionados e contestados pelas suas opiniões e decisões políticas. Que uma mulher não pode ser contestada, não pode ser questionada, não pode ser perguntada pelas suas opiniões e pelas suas decisões políticas", concluiu Samantha.

VEJA VÍDEO

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