O senador e candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), recebeu R$ 4,94 milhões em repasses partidários para o financiamento da campanha eleitoral. Desse montante, R$ 4,8 milhões foram enviados pela Direção Nacional do PL e R$ 140 mil provêm do diretório estadual da legenda em Mato Grosso. Os recursos derivados do partido constituem a principal fatia do total de R$ 5,3 milhões em receitas líquidas registradas pela campanha do candidato, até o momento.
O volume enviado pela Direção Nacional representa 89,79% de toda a receita de Fagundes, enquanto a Direção Estadual responde por 2,62%. O restante do orçamento eleitoral declarado é composto por R$ 50 mil em recursos próprios do candidato e R$ 356 mil provenientes de doações de pessoas físicas.
Entre os principais doadores individuais da campanha estão Rubens Pereira Fagundes com R$ 100 mil, Jean Carlos Lopes Lino com R$ 80 mil, Rodolfo Pereira Fagundes com R$ 70 mil, Clotildes Fagundes Duarte com R$ 50 mil, Eduardo Pacheco e Souza da Silva com R$ 36 mil e Robson Pereira Fagundes com R$ 20 mil.
Fagundes, que concorre pela coligação "Coração da Gente", integrada por MDB, PL, NOVO e a Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade), possui um limite legal de gastos estipulado em R$ 7,1 milhões para o primeiro turno e R$ 3,5 milhões caso haja segundo turno.
Até o momento, as despesas contratadas pela campanha somam R$ 393,5 mil, das quais R$ 138 mil já foram efetivamente pagas. A maior concentração desses desembolsos está voltada para publicidade por materiais impressos, sendo R$ 141,4 mil, impulsionamento de conteúdos na internet com R$ 138 mil e publicidade por adesivos por R$ 114,1 mil.
Os demais candidatos ao Governo, Otaviano Pivetta (Republicanos), Natasha Slhessarenko (PSD), Sargento Laudicério (Agir), Rafaell Millas (Missão) e Maurício Coelho (Mobiliza) não receberam recursos do fundo partidário até a publicação desta matéria.
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