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Política Quarta-feira, 15 de Abril de 2026, 08:26 - A | A

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2026, 08h:26 - A | A

CONGELOU FETHAB

Pivetta admite crise sem precedentes na agroindústria de MT

Com arrecadação de R$ 3,6 bilhões, governador justifica fim do adicional tributário como medida "natural" para socorrer setor produtivo em momento de crise grave

BIANCA MORTELARO
Da Redação

Após anunciar o congelamento das alíquotas do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) e a não renovação do Fethab 2, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que o setor de agroindústria mato-grossense passa por uma crise sem precedentes.

A arrecadação total do Fethab alcançou o valor de R$ 3,6 bilhões, apenas em 2025. A segunda versão do fundo, conhecida como Fethab 2, foi criada em 2016 com o objetivo inicial de reforçar o caixa estadual em um período de crise financeira, já que estava operando com valores congelados desde 2025.

Indagado sobre os reflexos dessa mudança, Pivetta foi incisivo e ressaltou que o recurso fará falta nos investimentos para infraestrutura do estado.

“Vai fazer falta, é óbvio que vai fazer falta. O Fethab é um fundo exclusivo para infraestrutura e moradia, ele foi criado para isso, a finalidade dele é essa. E nós vamos fazer os investimentos de acordo com a capacidade de arrecadação”, explicou o governador, em coletiva nesta terça-feira (14).

Apesar da declaração, Otaviano classificou o atual cenário no estado como uma “crise grave” sem precedentes, e que o alívio à agroindústria seria “natural” diante da contribuição fornecida pelo setor durante os anos.

“Nós reconhecemos que o setor está passando por uma crise, talvez sem precedentes. Uma crise muito grave mesmo. Então, é natural que a gente alivie a carga sobre o setor que vem contribuindo ao longo dos últimos 25 anos na construção da infraestrutura de Mato Grosso. É natural”, declarou.

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Durante a fala, Otaviano reafirmou que não iria editar o Fethab 2, e acredita nos resultados de arrecadação previstos para este ano.

“O nosso compromisso é não reeditar no final do ano, mas vai funcionar, vai até o final do ano, vai arrecadar. Até porque muita gente já pagou, outros vão pagar e tem que ter isonomia. Nós não vamos reeditar, esse é o compromisso. Também nós vamos rever alguns investimentos para equacionar a questão financeira, a caixa”, finalizou.

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