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Política Quarta-feira, 15 de Abril de 2026, 09:57 - A | A

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2026, 09h:57 - A | A

QUEDA DE BRAÇO COM OFICIAIS

Pivetta reafirma confiança em sargento e rebate críticas à escolha para Casa Militar

Governador de Mato Grosso minimiza alegações de "quebra de hierarquia" feitas pela Associação de Oficiais e reafirma prerrogativa de confiança para ocupar cargos de alto escalão

BIANCA MORTELARO
Da redação

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) opôs-se aos comentários que tentaram desqualificar a nomeação da sargento da Polícia Militar Adriana Rodrigues para o comando da Casa Militar de Mato Grosso. Pivetta afirmou que continuará fazendo suas escolhas independente de opiniões alheias.

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De acordo com a Associação dos Oficiais da Polícia e Bombeiros Militar (Assof-MT), o cargo deveria ser ocupado exclusivamente por um coronel da ativa, conforme prevê a Lei Complementar nº 466/2012. Em nota, a entidade afirmou que a regra é obrigatória, não permitindo flexibilizações e a nomeação pode representar desvio de função e risco à hierarquia e disciplina das corporações militares.

“Eu vou continuar fazendo minhas escolhas, independente de alguns não gostarem”, declarou Otaviano, em resposta às críticas de entidades.

Além do governador, a Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar (ACS-MT) ressaltou a trajetória profissional de Adriana, classificando as críticas como ataques infundados, além de destacar que a escolha é uma prerrogativa do chefe do Executivo, baseada em critérios de confiança e competência.

“Manifestações isoladas que tentam desqualificar a referida nomeação sob o pretexto de uma suposta “quebra de hierarquia”, esta Associação repudia veementemente qualquer ataque direcionado à Sargento Adriana”, publicou a ACS-MT, em nota.

Em entrevista nesta terça-feira (14), Otaviano também destacou a presença feminina em cargos de alto escalão e chefia em Mato Grosso. Para ele, essa participação é devido à competência e não ao gênero.

“É natural que tenham bastante mulheres, porque o percentual dos servidores públicos do estado e dos municípios, se vocês repararem, é majoritariamente mulher. No estado nós temos 65% dos servidores mulheres. Então é normal ter proporcionalmente e nos cargos de chefia também que não foi por gênero que foi escolhido, foi pela competência, pela trajetória, pelo currículo”.

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