A suplente na Câmara dos Deputados, Gisela Simona (União Brasil), negou que existam tratativas no partido para projetá-la a vice na chapa do governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Desde que Otaviano confirmou a pré-candidatura, nomes de mulheres começaram a ser ventilados para compor a chapa. A primeira-dama e vereadora de Cuiabá, Samantha Iris (PL), tinha a preferência no grupo para fazer a coalizão com a direita, mas a pré-candidatura do senador Wellington Fagundes (PL) inviabilizou a conjectura. Gisela seria uma alternativa para aproximar Pivetta do público feminino, maioria entre os eleitores de Mato Grosso.
Porém, segundo Gisela, essa resolução só será feita após as convenções partidárias quando as chapas proporcionais e majoritárias a estadual e federal estarão definidas.
"Na verdade, partidariamente falando, não há ainda nenhuma discussão oficial sobre a questão da vice-governadoria. Quem acompanha de perto a questão partidária sabe que essas definições acontecem na véspera da convenção, em julho, onde ocorre a costura dos partidos que vão acompanhar a majoritária", disse Gisela Simona à Rádio CBN Cuiabá nesta quarta-feira (15).
Do ponto de vista eleitoral, ter Gisela Simona como vice é uma reafirmação a aliança já selada entre Otaviano Pivetta e o governador Mauro Mendes (União Brasil). A movimentação daria mais capilaridade a Pivetta na Federação União Progressistas (UB/PP), afetando o projeto do senador Jayme Campos (União Brasil), que mantém a pré-candidatura ao governo, contrariando Mendes.
Gisela pontuou que para Pivetta talvez seja mais interessante "aumentar essa coalizão", oferecendo o espaço de vice a um partido que ainda não está no grupo, o trazendo para a coligação.
"Oferece-se a vice-governadoria ou as suplências do Senado para ampliar o arco de alianças; afinal, quanto maior o número de partidos juntos, mais força o grupo tem", falou Simona.
Por fim, Gisela afirmou que não tem interesse de pleitear a cadeira de vice na chapa de Otaviano e que seu foco é viabilizar o projeto para federal. "É nesse sentido que seguimos: mostrando o que já fizemos e o que poderíamos realizar tendo um mandato completo na Câmara. Esse é o nosso projeto", concluiu.
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