O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, disse que a confiança entre o governo e as Forças Armadas foi renovada após reunião nesta sexta-feira (20). Nos bastidores, existiam rumores de que o general cuiabano, Júlio César Arruda, poderia ser destituído do comando do Exército. A suposta crise entre o presidente Lula (PT) e o militar teria como base matéria veiculada no jornal americano 'The Washington Post' que acusou Arruda de intervir a favor de manifestantes golpistas no atentado de 8 de janeiro.
À Globo News, o presidente Lula (PT) havia revelado que debateria a despolitização das Forças Armadas no encontro desta sexta. "Quem quiser fazer política, tira a farda, renuncia ao seu cargo, cria um partido político e vá fazer política", disparou. A possibilida de troca no comando do Exército, porém, era considerada uma medida arriscada diante da possibilidade de aprofundar a crise entre o governo Lula e os militares.
À imprensa, porém, José Múcio disse que os atos golpistas de 8 de janeiro não estiveram na pauta da reunião desta sexta. O ministro da Defesa também garantiu que os militares estão cientes da necessidade de punição daqueles que participaram da depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília. Segundo Múcio, a reunião da manhã teve como objetivo estreitar o laço de confiança entre o governo e as Forças Armadas.
WASHINGTON POST
Segundo a matéria do jornal estadunidense, o general cuiabano Júlio César Arruda teria impedido o ministro da Justiça, Flávio Dino, de prender os manifestantes terroristas instalados no QG (Quartel-General). Ele ainda teria posicionado tanques militares para intimidar a Polícia Militar, posicionada para prender os golpistas.
Segundo o Portal Metrópolis, Lula teria sido alertado sobre a postura de Júlio Cesar de Arruda no dia das invasões. Ainda de acordo com o Metrópolis, aliados influentes teriam sugerido a Lula que isso coloca Arruda "no rol de autoridades públicas coniventes com os atos golpistas e ele deveria ser exonerado".
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Nunes 20/01/2023
Doa a quem doer se o general estava envolvido em atos golpista e terrorista têm que ser exonerado ponto final isso é uma vergonha
1 comentários