O senador Wellington Fagundes (PL) saiu em defesa das emendas parlamentares, aprovadas em cerca de R$ 61 bilhões para 2026. Para Wellington, a prerrogativa é necessária para garantir que os recursos da União cheguem à ponta, sobretudo em municípios menores.
"Você acha justo que um burocrata lá no ar condicionado de Brasília decidir onde vai ser construída uma creche? Onde precisa de um hospital? Esse é o papel de quem representa a população. Eu sou um municipalista convicto. É no município que as pessoas vivem e é onde tem os problemas e as soluções têm que ser encontradas exatamente com a parceria. Município, governo do Estado e governo federal", defendeu Fagundes.
Neste ano, o orçamento da União foi estimado em R$ 6,5 trilhões, dos quais R$ 1,8 trilhão é destinado ao refinanciamento da dívida pública. Para as emendas parlamentares foi destinada uma fatia de R$ 61 bilhões, dividida entre emendas de parlamentares, de bancadas e de comissões. O presidente Lula (PT) chegou a vetar R$ 400 milhões em emendas parlamentares.
O Planalto justificou que a medida teve como objetivo adequar o orçamento às normas legais e à preservação do equilíbrio fiscal. Para Wellington, as emendas são necessárias para descentralizar os recursos e alcançar todas as esferas públicas.
"O governo federal quer concentrar o poder, não quer distribuir o poder. Aí me lembro do presidente Bolsonaro: temos que fazer mais Brasil e menos Brasília", disparou o senador.
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