O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (Podemos), avalia que o segundo turno das eleições 2026 vai repetir a polarização dos últimos pleitos nacionais. Para ele, a disputa tende a ocorrer entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Russi afirmou que acredita na concentração do eleitorado conservador em torno do nome de Flávio. Segundo ele, outros possíveis candidatos da direita podem acabar ficando de fora da disputa.
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"O voto da direita, eu acho, que vai se concentrar muito no Flávio. Até o Tarcísio de Freitas, que poderia ser o nome, não vai ser candidato, vai acabar continuando no governo de São Paulo", afirmou ao HNT TV Entrevista.
Apesar da avaliação sobre o cenário nacional, Max disse que ainda não definiu qual lado apoiará nas eleições presidenciais. De acordo com o parlamentar, a decisão do partido em Mato Grosso dependerá da consolidação das candidaturas e do ambiente político após as movimentações partidárias previstas para os próximos anos.
"A gente não tem uma clareza de quem serão os candidatos. Eu acho que depois do fechamento das janelas, vai ter condição de ver mais ou menos o cenário real", observou.
A indefinição também reflete o momento vivido pelo partido em Brasília. A presidente nacional da sigla, Renata Abreu, afirmou durante visita a Cuiabá que a legenda avalia lançar candidatura própria à Presidência. Entre os nomes ventilados está o do senador Sergio Moro, atualmente no União Brasil, que poderia migrar para o Podemos caso o projeto seja consolidado.
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