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Política Quinta-feira, 08 de Janeiro de 2026, 08:36 - A | A

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Quinta-feira, 08 de Janeiro de 2026, 08h:36 - A | A

DEBANDADA

HNT TV: Júlio prevê esvaziamento da base na AL com saída antecipada de Mendes do governo

O deputado reforçou que 'caneta' estará com Otaviano a partir de abril e alertou para os desafios do vice à frente do mandato

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) avalia que na reta final do mandato do governador Mauro Mendes (União Brasil) os ânimos entre a Assembleia Legislativa (ALMT) e o Palácio Paiaguás vão mudar. Mauro que tem uma base ampla e forte na Casa de Leis deve assistir a debandada de parte dos aliados que irão priorizar pautas do seu interesse para garantir a reeleição. Para Júlio, esse comportamento é natural, uma vez que Mauro tem menos de 90 dias à frente do Executivo pois, segundo o deputado, vai deixar o cargo para disputar o Senado, passando o bastão ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

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"Fim de governo é fim de governo. Hoje, a grande maioria dos deputados já sabe que Mauro Mendes tem 90 dias no Palácio e a partir do dia 1º de abril, 2 de abril, ele é ex-governador. Nós sabemos o que acontece com todos os ex-governadores, né? Não tem mais a força que tem no cargo com a caneta. Quem vai ter a caneta na mão é o vice-governador que vai assumir, o Otaviano Pivetta", falou Júlio Campos ao HNT TV Entrevista.

Para começar a fase à frente do mandato em 'lua de mel' com os deputados, Otaviano afirmou que pagará 50% das emendas parlamentares. A parcela do aporte aos deputados foi pactuada durante a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) entre Mauro e o presidente da AL, Max Russi (PSB), que só aceitou viabilizar a votação pela aprovação dos 20% de remanejamento do orçamento do governo após Mendes se comprometer com o pagamento.

Júlio ressaltou que embora Otaviano tenha essa moeda de troca, ele vai precisar exerger seu potencial como articulador, reaglutinando a base para manter a governabilidade até dezembro. Outro desafio que o vice tem é convencer os eleitores de Mauro a apoiá-lo. Otaviano não pode se apegar a transferência de votos pois é uma condição improvável, o deixando em uma sitação instável nas eleições ao governo.

"O compromisso, como o próprio cidadão diz, é com o Mauro Mendes. A partir do terminar do seu governo, é outra coisa. Então, vamos aguardar", finalizou Júlio. 

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