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Política Sábado, 22 de Dezembro de 2018, 17:00 - A | A

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Sábado, 22 de Dezembro de 2018, 17h:00 - A | A

CONTRATAÇÕES DE EMPRESAS E PESSOAS

Ex-secretária espera mudança em gestão e atribui saída da Saúde à ingerência e pressão

LEONARDO HEITOR

A ex-secretária Municipal de Saúde de Cuiabá, Elizeth Araújo, espera que, após a Operação Sangria e a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a pasta a qual ela administrou, mudanças sejam implantadas na gestão e no atendimento à população. Afirma que pressões e ingerências internas e externas a fizeram sair do cargo.

 

Alan Cosme/HiperNoticias

Elizeth Lúcia de Araújo/coletiva sobre a UPA

 

Elizeth autou na Saúde desde o início do governo de Emanuel Pinheiro até março deste ano, quando foi substituída por Huark Douglas Correia, preso na última terça-feira (18), na segunda fase da Operação Sangria. Pressões e ingerências a fizeram pedir para deixar o cargo, disse ao Hipernotícias.

 

“O que levou, não só eu, mas também a equipe toda, que não concordou com os processos, foram justamente estas pressões e ingerências internas e externas dentro da Secretaria de Saúde para contratações, forçando a saída de profissionais, transferindo outros de um lugar para o outro, o que quebrava muito a continuidade dos serviços”, disse.

 

Em relação a CPI da Saúde, Elizeth disse que tem esperanças para que a comissão ajude a resolver os problemas do setor. A ex-secretária condenou um possível uso político da mesma e que ela não deve ser apenas uma "caça as bruxas". Ela aponta que, caso impasses vividos na pasta sejam resolvidos, as pressões e ingerências cometidas por políticos diminuiriam.

 

“O objetivo é resolver de uma vez por todas estes impasses, o que evitaria pressões de secretários, que até o próprio prefeito sofre. Espero que a partir daí o controle social se empodere do que precisa ser feito dentro da secretaria de saúde. Que acabe com essas ingerências de vereadores e deputados, além de pessoas externas, seja para contratação ou até para 'forçar a barra' para a entrada da empresa X ou Y. Fazendo isso, temos transparência, economicidade e de fato a saúde pública consegue chegar a quem, precisa, que é a população”, completou.

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