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Política Quinta-feira, 22 de Junho de 2023, 21:39 - A | A

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Quinta-feira, 22 de Junho de 2023, 21h:39 - A | A

RESPOSTA A DEPOIMENTO

Edna nega exoneração por gravidez e falta de transparência na gestão de VI

As oitavas continuam nesta sexta-feira (23)

RAYNNA NICOLAS
Da Redação

A vereadora Edna Sampaio, do PT de Cuiabá, negou que a ex-chefe de gabinete Laura Abreu não tivesse acesso às prestações de contas da verba indenizatória que, em tese, era administrada pelo marido da vereadora. Nesta quinta-feira (22), Laura foi ouvida pela Comissão de Ética da Câmara Municipal num processo que apura suposta 'rachadinha' no gabinete de Edna. Depois da oitiva, a vereadora também negou que tenha demitido a ex-chefe de gabinete em virtude de uma gravidez.

Durante depoimento, Laura confirmou que repassava integralmente o valor recebido por ela a título de VI. Esse dinheiro, segundo a ex-chefe de gabinete, era administrado pelo marido de Edna, William Sampaio. Laura também afirmou que não tinha acesso às prestações de contas do dinheiro, embora a vereadora afirme desde o início do processo que a verba era usada para custear as despesas de todo o "mandato coletivo".

Para Edna, o depoimento foi positivo no sentido de que confirmou que não houve coação e de que existiam prestações de contas sobre as VIs devolvidas e reuniões. A vereadora, porém, contestou a tese de que Laura não tinha acesso a esses documentos.

"Mesmo tendo alegado não ter saber a forma como foi gasto este recurso, o que não é verdade, pois ela foi informada disso, a Laura reafirmou o fato de terem ocorrido reuniões do conselho político do mandato, onde as prestações de contas foram feitas, e de termos utilizado os recursos, sob o comando dela própria, para a aquisição de materiais e serviços, gastos sobre os quais sempre foi consultada a vereadora. Então, estedepoimento, no que tange à acusação feita contra nós, confirma a tese da nossa defesa e isso é muito positivo", disse.

Edna também rebateu outro ponto sensível do depoimento no qual Laura Abreu revelou ter sido demitida em função da sua gravidez e dos sintomas colaterais decorrentes da gestação. A ex-chefe de gabinete chegou a chorar ao tocar no assunto.

Segundo a vereadora, a exoneração ocorreu pela "incapacidade da ex-servidora em desempenhar suas atividades". Edna também destacou que todos os direitos trabalhistas foram pagos a Abreu.

As oitavas continuam nesta sexta-feira (23).

(Com assessoria)

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