A deputada federal Coronel Fernanda (PL) subiu o tom nesta segunda-feira ao comentar a queda de Gilberto Waller da presidência do INSS. Para a parlamentar, a nomeação da servidora Ana Cristina Viana Silveira não é uma simples "reorganização administrativa", mas sim um reflexo da CPMI que investiga o órgão.
Fernanda argumenta que a substituição é uma tentativa de estancar a crise após Waller admitir, em depoimento, que já havia indícios de irregularidades e um aumento explosivo de reclamações durante seus 11 meses de gestão.
“A troca não acontece por acaso. Ela vem depois de tudo o que foi exposto na CPMI. O próprio presidente reconheceu que havia sinais claros de que algo não estava funcionando. O governo sentiu o peso das investigações”, disparou a deputada.
A deputada sustenta que o trabalho da comissão colocou o sistema previdenciário sob um escrutínio sem precedentes e as horas de questionamentos no Congresso foram determinantes para expor a fragilidade da gestão Waller. Fernanda sugere que o "buraco é mais embaixo" e que a crise pode atingir outros escalões da Esplanada dos Ministérios.
“Não se trata apenas de gestão ineficiente. É preciso entender quem sabia do que estava acontecendo e por que o silêncio imperou até agora”, pontuou.
Apesar da chegada de uma servidora de carreira à presidência , com a promessa de reduzir filas, a Coronel Fernanda afirma que a troca de cadeiras é apenas o começo de uma responsabilização que deve ser técnica e jurídica.
“A verdade começou a aparecer, mas o caso não se encerra com uma assinatura no Diário Oficial. A responsabilização precisa alcançar todos, independentemente do cargo”, concluiu a parlamentar mato-grossense.
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