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Política Terça-feira, 20 de Junho de 2023, 11:56 - A | A

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Terça-feira, 20 de Junho de 2023, 11h:56 - A | A

NESTA TERÇA

Com Haddad, Jayme alerta para risco de desindustrialização em MT com reforma tributária

Senador disse que trabalhará para ser ampliada as discussões do modelo ideal de regime tributário

DA REDAÇÃO

Da forma como está, a reforma tributária corre sérios riscos de provocar a desindustrialização de estados como Mato Grosso, que já sofrem com a distribuição de energia elétrica. O ponderamento é do senador Jayme Campos (UB), durante audiência com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta terça-feira (20). “Por isso, estaremos atentos e não vamos permitir que haja esse retrocesso”, afirmou.

Jayme Campos se encontrou com o ministro da Fazenda numa agenda do governador Mauro Mendes, destinada a tratar apenas da reforma tributária. O governador apresentou ao ministro estudos que mostram que o projeto em curso no Congresso Nacional pode provocar perdas de até R$ 7,8 bilhões ao Estado.

Campos disse que vai trabalhar para ser ampliada as discussões do modelo ideal de regime tributário, que não penalize a indústria mato-grossense. Entre as questões para esse fim, está a criação de um Fundo de Desenvolvimento Regional para compensar o fim das políticas de incentivos fiscais regionais.

A princípio, essa proposta não resolve e não atende aos objetivos de Mato Grosso como estado da federação, que vem respondendo econômica e socialmente ao Brasil, e que precisa continuar se desenvolvendo e gerando empregos, como avaliou o senador. “Precisamos que essa reforma tributária aconteça, mas que seja construída dentro de parâmetros que garantam o equilíbrio da federação”, frisou.

A Fernando Haddad, o senador reafirmou sua posição voltada à simplificação do sistema de arrecadação e à diminuição da carga de impostos que pesa sobre a sociedade e o setor produtivo. Conforme o senador, o Brasil se tornou um país caro, com aumento geral dos preços de bens e serviços, penalizando a renda do consumidor. Para ele, é fundamental retomar uma agenda de competitividade sob o binômio "menos impostos e mais empregos".

De sua parte, o ministro Fernando Haddad lembrou que a reforma tributária ‘é a reforma da década’ e disse que o governo continuará ouvindo todos os segmentos políticos e econômicos para fechamento de um texto final. O ministro confirmou que a aprovação de um texto adequado e profundo é um dos grandes desafios de todos os segmentos nacionais.

Durante a audiência, com a presença também dos senadores Margareth Buzetti (PSD-MT) e Wellington Fagundes (PL-MT), do deputado federal Fabio Garcia (União-MT) e dos secretários da Fazenda, Rogério Gallo, e da Casa Civil, Mauro Carvalho, o governador Mauro Mendes pontuou também outras preocupações do Estado. Para evitar a desindustrialização, ele apresentou como sugestões a manutenção na reforma tributária do crédito presumido de 5% para as indústrias instaladas nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

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