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Política Sexta-feira, 08 de Maio de 2026, 16:27 - A | A

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Sexta-feira, 08 de Maio de 2026, 16h:27 - A | A

GABINETES GRAMPEADOS

Câmara de VG diz que pediu varredura à Secretaria de Segurança para apurar arapongagem

O gabinete do líder do governo Bruno Rios passou por perícia nesta sexta (8) após o vereador expor escuta

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A Câmara de Várzea Grande manifestou, por meio de nota, que solicitou uma "varredura" técnica à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) para investigar a possível existência de aparelhos de escuta clandestina nas dependências da Casa. A medida veio à tona após o líder do governo Bruno Rios (PL) expor um dispositivo para captação de áudio em seu gabinete que permaneceu fechado nesta sexta-feira (8) para perícia. 

LEIA MAIS: Gabinete de Bruno Rios passa por perícia após vereador encontrar escuta; veja vídeo

Segundo nota divulgada pela Câmara, o tema vinha sendo tratado internamente "com seriedade" antes mesmo da denúncia do vereador. O Legislativo ressaltou que busca garantir a "segurança institucional" e dar andamento aos procedimentos necessários para preservar a integridade dos gabinetes.

Apesar disso, a Câmara afirmou que não foi oficialmente comunicada por Bruno Rios sobre o suposto equipamento encontrado, tomando conhecimento do caso apenas pela imprensa. A Casa também declarou que, até o momento, não há confirmação de que o vereador tenha acionado formalmente a Guarda Municipal ou a Polícia Civil para preservar a cadeia de custódia da suposta prova.

"A Câmara também solicitou esclarecimentos à Secretaria Administrativa da Casa, que informou que apenas o vereador Bruno e seus assessores possuem as chaves de acesso ao gabinete, não havendo relatos de arrombamento nas portas de acesso exclusivo do parlamentar, o que afasta, em princípio, a possibilidade de ingresso de terceiros no local sem autorização do próprio vereador ou de seus assessores", diz a nota.

É a segunda denúncia envolvendo suposta arapongagem ligada à gestão da prefeita Flávia Moretti. Em abril, a prefeita afirmou ter encontrado um equipamento semelhante instalado em sua mesa de trabalho, situação investigada pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor).

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