Sexta-feira, 10 de Julho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Sexta-feira, 10 de Julho de 2026, 10:52 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Sexta-feira, 10 de Julho de 2026, 10h:52 - A | A

EXECUTIVO X LEGISLATIVO

Abilio exclui vereadores de grupo de mensagens após críticas na Câmara de Cuiabá; veja print

Expulsão virtual atingiu parlamentares do Podemos, Republicanos e União Brasil que assinaram manifesto contra o prefeito de Cuiabá; retaliação expõe racha na base governista antes do recesso

BIANCA MORTELARO e CAMILA RIBEIRO
Da redação

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), removeu seis vereadores de sua base aliada do grupo de WhatsApp intitulado “Vereadores 2025 e Prefeito” nesta quinta-feira (9). A medida, confirmada por fontes internas à reportagem, ocorreu logo após uma sessão plenária marcada por intensos debates e críticas contundentes à gestão municipal. Entre os parlamentares excluídos estão Alex Rodrigues (Podemos), Eduardo Magalhães (Republicanos), Sargento Joelson (Podemos), Katiuscia Mantelli (Podemos), Michelly Alencar (União) e Dra. Mara (Podemos).

O estopim para a retaliação virtual foi a reação dos parlamentares à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) protocolada por Abilio no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Na ação, o prefeito questiona o quórum de dois terços exigido pelo Regimento Interno da Câmara para certas deliberações, visando facilitar uma alteração que permitiria a reeleição da atual presidente, Paula Calil (PL), sua principal aliada na Casa.

LEIA MAIS: Mudança no regimento causa discussão generalizada na Câmara de Cuiabá; veja vídeo

Durante a sessão, a vereadora Katiuscia Mantelli subiu o tom na tribuna, classificando a investida jurídica do prefeito como uma “atitude de criança mimada” e afirmando que não aceitaria imposições do Executivo sobre decisões internas do Parlamento.

A tensão no plenário quase levou à suspensão dos trabalhos pela presidente Paula Calil, após uma discussão generalizada que envolveu o vice-líder do governo, Demilson Nogueira (PP), e a vice-presidente da Casa, Maysa Leão (Republicanos). O embate começou quando o grupo liderado por Ilde Taques (Podemos) criticou a mudança regimental, sendo rebatido por Nogueira com ofensas pessoais direcionadas a Maysa, o que gerou um tumulto próximo à tribuna.

LEIA MAIS: CCJR aprova parecer que permite reeleição na Câmara de Cuiabá

Enquanto Paula Calil defende que a mudança para maioria simples é um "quórum democrático" e alinhado a outras capitais, a oposição e agora parte da ex-base argumentam que o plenário é soberano e não foi consultado antes da judicialização.

Além do impasse sobre a Mesa Diretora, a Câmara de Cuiabá enfrenta outros pontos de atrito, como a CPI do Assédio Sexual, que teve sua tramitação dificultada por pareceres da procuradoria do Legislativo, aprofundando o clima de desconfiança entre os blocos de oposição e a base remanescente. 

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros