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Polícia Quinta-feira, 23 de Abril de 2026, 17:43 - A | A

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2026, 17h:43 - A | A

BRIGA DE BAR

Polícia indicia mulher que matou homem com golpes de capacete

Investigação do assassinato foi concluída pela Polícia Civil e publicada hoje (23)

DA REDAÇÃO

Investigação do assassinato de Aldonir Ribeiro da Luz, de 48 anos, em Cocalinho (797 km) foi concluída e publicada nesta quinta-feira (23). A Polícia Civil de Mato Grosso indiciou uma mulher de 49 anos por lesão corporal dolosa seguida de morte.

O crime, ocorrido em dezembro de 2025, foi motivado por uma discussão fútil em um bar, onde a suspeita arremessou dois capacetes contra a cabeça da vítima. Aldonir sofreu uma piora progressiva em seu estado de saúde devido aos ferimentos na cabeça e morreu em fevereiro de 2026 após passar por diversas unidades hospitalares do estado.

A dinâmica do crime foi captada por câmeras de segurança do estabelecimento, em um registro de 39 segundos que circulou amplamente nas redes sociais. Nas imagens, é possível ver o momento em que a agressora atinge a vítima repetidamente antes de ser contida pelo proprietário do bar. 

O caso, que inicialmente era tratado como agressão, tomou contornos mais graves à medida que os exames médicos confirmaram lesões severas na região atingida, resultando na transferência da vítima para hospitais em Água Boa (635 km) e Várzea Grande.


O inquérito policial reuniu várias evidências, incluindo os depoimentos convergentes de cinco testemunhas presenciais. Além dos relatos, foram fundamentais os laudos médicos e a necropsia realizada pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Os documentos periciais afirmaram que não houve causas externas ou pré-existentes que contribuíssem para o falecimento, vinculando diretamente a morte aos golpes sofridos no dia do incidente.

Ao final das investigações, a suspeita foi formalmente indiciada com base no artigo 129, §3º, do Código Penal Brasileiro. Se condenada pela Justiça, a mulher poderá cumprir uma pena que varia de 4 a 12 anos de reclusão. O processo foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para o oferecimento da denúncia e início da fase judicial, enquanto a família de Aldonir aguarda por justiça após os meses de sofrimento e internações que antecederam seu falecimento.

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